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Estudos indicam que o ser humano nasce com preferência pelo sabor doce, tornando o açúcar um alimento importante na sua dieta. Estima-se, ainda, que esta substância represente, em média, entre 13 a 25% da ingestão diária de um adulto, quando o recomendado pela Organização Mundial da Saúde se situa entre os 5 e os 10%.
O processo de seleção dos utentes, que se situam nos grupos de risco definidos como prioritários pelo Governo e que, por isso, vão receber primeiro a vacina contra a COVID-19, já começou nos centros de saúde portugueses. Pessoas com obesidade fazem parte do segundo grupo a ser vacinado.
Uma alimentação pouco nutritiva durante os anos escolares pode contribuir para uma diferença média de alturas de até 20 centímetros. Esta é a principal conclusão de uma meta-análise conduzida pela Imperial College London, posteriormente publicada na revista científica The Lancet.
Mais de metade da população adulta do país (53,6%) tem excesso de peso e o número tem vindo a aumentar nos últimos anos. A obesidade afeta cerca de 1,5 milhões de portugueses e a Direção-Geral da Saúde (DGS) pretende criar consultas de pré-obesidade nos Cuidados de Saúde Primários. Os hábitos alimentares inadequados continuam a liderar a lista de fatores que mais contribuem para a perda de anos de vida saudável por parte dos portugueses.
Segundo um estudo publicado pelo jornal britânico especializado em saúde The Lancet, Portugal é um dos países em que as crianças e adolescentes mostram, nos últimos 35 anos, uma evolução mais saudável na estatura em relação ao Índice de Massa Corporal (IMC).
Um estudo desenvolvido por investigadores do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar da Universidade do Porto (ICBAS-UP), juntamente com outros parceiros nacionais e internacionais, sugere que uma alimentação com elevado teor de gordura na infância e na adolescência poderá ter implicações na qualidade do esperma de um homem adulto, podendo estar associada a problemas de infertilidade masculina.
Um estudo sobre a obesidade infantil sugere que "há uma diminuição geral" na sua prevalência entre 2002 e 2016, e as meninas "apresentam sempre valores superiores aos meninos", anunciou a Universidade de Coimbra (UC).
A sessão de encerramento do 24.º Congresso Português de Obesidade ficou marcado pela entrega de prémios aos melhores trabalhos científicos em seis áreas distintas: Pediatria, Nutrição, Atividade Física, Psicologia, Obesidade e Comorbilidades e Cirurgia Bariátrica.
O 24.º Congresso Português de Obesidade vai estar disponível até ao dia 31 de janeiro, através de inscrição no site oficial do evento.
O Congresso Português de Obesidade está a decorrer ao longo de todo o mês de novembro, no entanto os dias 20 e 21 ficarão marcados, uma vez que vai ser debatida a obesidade, doença que afeta 22,3% da população portuguesa.




