Um artigo de investigadores da Universidade de Coimbra (UC) chama a atenção para a crescente utilização de adoçantes não calóricos em crianças, uma tendência impulsionada pelos esforços mundiais para travar a obesidade infantil e a crescente incidência de diabetes tipo 2. Apesar de serem amplamente usados como alternativa ao açúcar, estes adoçantes continuam a gerar dúvidas entre especialistas quanto aos seus efeitos a longo prazo na saúde pediátrica.
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